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Um dia de alerta contra as drogas


Correio do Povo Editorial
[fonte: Correio do Povo RS]


Hoje, 26 de junho, é o Dia Mundial de Luta contra as Drogas, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), encerrando uma semana temática sobre esse malefício. Trata-se de uma data propícia para que se faça um alerta para a juventude sobre as consequências danosas do uso de drogas como o álcool, o tabaco, a maconha, o ecstasy, a cocaína, o crack e muitas outras.

O Grupo Record RS e o Correio do Povo se juntam às atividades que hoje são realizadas em todo o mundo. O grupo já vem atuando no sentido de contribuir para que cada vez mais os usuários dessas drogas se conscientizem do perigo que elas representam. É por isso que, em conjunto com a Sociedade Ginástica de Porto Alegre (Sogipa) e com a Fundação Universitária Mário Martins (Fumm), promove a campanha "Álcool e as drogas te atrasam". O entendimento partilhado pelos criadores da campanha é o de que álcool está na base da iniciação dos viciados e, por isso, deve ser combatido com rigor.

Na quarta-feira, a ONU lançou um relatório sobre o panorama do uso de drogas no mundo, sob responsabilidade do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc). De acordo com seu conteúdo, pode-se saber que o emprego de drogas sintéticas está aumentando nos países em desenvolvimento, culminando no crescimento de empreendimentos artesanais que passaram a ser complexos industriais de processamento a serviço do crime organizado. A seguir vêm etapas como a de distribuição e do consumo, que crescem na mesma proporção. No total, o comércio dessas substâncias ilegais movimenta algo como 320 bilhões de dólares em todo o mundo.

O comércio das drogas requer repressão efetiva e prevenção sobre o consumo, além de tratamento especializado para os dependentes. O poder público, em conjunto, tem anunciado o aumento do número de leitos disponíveis. O vício rouba a infância, a adolescência, a tranquilidade familiar e social. A guerra contra essa verdadeira calamidade pública tem que ser implacável. Somente com a união de todos os segmentos da sociedade, desde educadores até autoridades, poderemos vencer as vicissitudes dessa epidemia que parece se robustecer a cada dia. A vigilância, a alocação de recursos, as ações coletivas e as campanhas de esclarecimento são armas para ganhar essa luta que nos desafia a todos.



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